O mercado automotivo brasileiro registrou 175.400 carros e comerciais leves emplacados em maio de 2021, um crescimento 7,06% em comparação ao mês anterior.
A média diária estabeleceu-se em 8.352 unidades, e no acumulado do ano já foram vendidos 836.993 carros e comerciais leves, sendo 56,89% das vendas realizadas através da modalidade varejo e 43,11% na venda direta.
Com muito esforço e mesmo com as montadoras com baixo estoque, teve-se o aumento nas vendas. A Fiat segue em festa marcando presença nas três primeiras posições dos mais vendidos do mês no ranking geral, resultado este do investimento em novos produtos e na nova linha de motores.
A General Motors, que liderou o mercado nos últimos anos, segue sofrendo devido a paralização das linhas de montagem do complexo de Gravataí.
Como foi falado no meio do mês a Stellantis (fabricante da Fiat, Jeep, Citroen, Peugeot, entre outros) segue comemorando, pois tem o Fiat Argo, Strada, Mobi e Jeep Renegade nas quatro posições dos carros mais vendidos em maio de 2021 no Brasil.

MARCAS MAIS VENDIDAS
Segundo os dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entre as marcas que mais comercializaram no mês de maio a liderança é da Fiat, com 23,1% de participação, já na segunda posição, a Volkswagen com 16,7%, e a Chevrolet vindo na terceira colocação, com 9,9% do mercado. Enquanto a Hyundai se mantém na 4ª, com 9,9%.
OS AUTOMÓVEIS MAIS VENDIDOS EM MAIO NO BRASIL

No top 3 dos automóveis mais vendidos do mês, o Fiat Argo emplacou 10.929 veículos, seguido pela Fiat Mobi com 7.443 unidades emplacadas, fechando o pódio dos carros mais vendidos em maio de 2021 no Brasil, vem o Jeep Renegade com 7.361 unidades vendidas.

OS COMERCIAIS LEVES MAIS VENDIDOS NO MÊS DE MAIO

A Fiat Strada repete o mês em Abril e segue na liderança, emplacando 9.918 unidades, a Toro ficou em segundo lugar nas vendas com 3.942 e na terceira posição, ficou a Toyota Hilux, que teve 3.132 picapes emplacadas.

PRÓXIMA PARADA

O sexto mês do ano ainda tem um cenário de baixas vendas, contudo, mesmo os mais pessimistas entendem que o cenário mostra um processo de recuperação do setor, ainda lento.
Os efeitos da pandemia e a crise dos semicondutores serão sentidos ainda por um tempo, mas a retomada é necessária e possível.
E aí, o que achou? Me manda um e-mail para alfredo@qgdoautomovel.ncnews.com.br ou escreve aqui nos comentários.