Carros mais vendidos no Amazonas em Setembro de 2021

Vendas de veículos no Amazonas mostram queda em setembro, mas setor espera retomada gradual da produção nos próximos meses.
Redação QG do Automóvel
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O mercado automotivo amazonense fechou setembro com crescimento de 14,3%, se comparado ao mês de agosto. Em relação ao mesmo período de 2020, porém, as vendas registraram recuo de -34,8%, efeito da escassez mundial de semicondutores, que provocou a paralização nas linhas de montagem de diversas montadoras, resultando em baixos estoques.

Foram emplacados 2209 automóveis e comerciais leves. A média diária estabeleceu-se em 110 unidades e, no acumulado do ano, já foram vendidos 18.944 carros e comerciais leves. Das vendas realizadas, 58,78% aconteceram através da modalidade varejo e 41,22% pela venda direta.

Foto: Chevrolet/Divulgação

No ranking geral a Chevrolet S-10 tem a liderança, com 169 unidades comercializadas, o Fiat Mobi vem em segundo lugar, com 127 veículos e a picape Strada em terceiro colocada, com 120 emplacamentos.

MARCAS MAIS VENDIDAS

Foto: Fiat/Divulgação

Segundo os dados da Fenabrave, o mercado tem a liderança da FIAT com 20,6% de participação. Em seguida vem a GM com 19,1%, e para fechar o Top 3, a Volkswagen com 17% de vendas no Amazonas.

OS AUTOMÓVEIS MAIS VENDIDOS EM SETEMBRO NO AMAZONAS

Foto: Fiat/Divulgação

De acordo com os dados da Fenabrave, o Fiat Mobi ficou em primeiro, tendo 127 veículos vendidos, enquanto o veterano Gol ficou em segundo com 97 unidades comercializadas. O Chevrolet Onix vem na terceira posição fechando o pódio, com 88 unidades emplacadas.

OS COMERCIAIS LEVES MAIS VENDIDOS NO MÊS DE SETEMBRO NO AMAZONAS

Foto: Chevrolet/Divulgação

Entre os comerciais leves a Chevrolet S10 ficou no topo das vendas, com o número de 169 unidades. A picape Fiat Strada ficou em segundo lugar, com 120 comercializadas em todo o território amazonense. A Hilux, emplacou 100 unidades, obtendo a terceira colocação.

O QUE ESPERAR DE OUTUBRO?

O cenário continua incerto, a Fenabrave já revisou sua projeção de crescimento nos emplacamentos em todo ano para 4,8%, antes, a previsão era de cerca de 11,6%. A instabilidade produtiva ainda é clara e o fantasma da falta de semicondutores continua assombrando o mercado.

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Alfredo Filho – Editor-Chefe
Consultor de Marketing Automotivo e Fundador do QG do Automóvel. Formado em Marketing

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